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Suprocuradora-geral da República comenta atos de intolerância na internet

O Brasil se deparou com casos graves de intolerância na internet na semana passada. Dois homens foram presos pela Polícia Federal por postarem mensagens de apologia de crimes graves e da violência, principalmente contra mulheres, negros, homossexuais, nordestinos, judeus, crianças e adolescentes.

A subprocuradora-geral da República e professora da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Ela Weicko afirma, em entrevista à universidade, que um componente da sociedade atual facilita comportamentos intolerantes: a internet. "As redes sociais têm sido um meio de incitação para fins positivos e também para fins negativos", diz.

De acordo com a Subprocuradora-geral, se colocar no lugar do próximo pode ser uma solução contra essas agressões. "Aí então o estudante passa a entender quem é o outro, qual a posição do outro. A relação de ensino e aprendizagem tem que ter isso embutido", disse.

 

Para ler a entrevista na íntegra acesse:

 http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6391

 

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