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Série Regiões Brasileiras: Turminha chega ao Sudeste

E aí, galera!? Estão curtindo a nossa viagem? Gostaram do passeio pelo Nordeste? Nós adoramos!

E agora vamos seguir por esse "Brasilzão". O destino nesta semana é a Região Sudeste.

Vocês sabem onde se fala "rapidim, cedim, nossinhora, uai e trem"? E qual é a cidade que nunca dorme? A cidade maravilhosa? Fácil, fácil, né? Dificultando um pouco, então: onde é a terra natal do famoso cantor Roberto Carlos, "o Rei"?

Se não sabem, embarquem nessa aventura mais que gostosa. Se já conhecem as respostas, não percam o monte de outras curiosidades bacanas que a Turminha preparou.

 

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Ilustração de jovem representando um capixaba
Espírito Santo, terra de Roberto Carlos, da moqueca e do capixabês

Uai, rapidim, cedim... Nossinhora, que trem é esse? É Minas!
Uai, rapidim, cedim... Nossinhora, que trem é esse? É Minas!
Rio de Janeiro de braços abertos
Rio de Janeiro de braços abertos
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São Paulo de toda a gente

 

 

 

 Espírito Santo, terra de Roberto Carlos, da moqueca e do capixabês

Hummmmmmm! Dá água na boca só de pensar nas delícias da culinária do Espírito Santo. A famosa moqueca capixaba, cujos principais ingredientes são peixe, tomate, cebola e coentro – sem azeite de dendê! –, é uma das iguarias mais famosas do país. Tem origem indígena e dizem que até o século XIX era a comida típica de comunidades ribeirinhas. Seu segredo, além do peixe fresco e de pitadas de carinho e amor no preparo, é a panela de barro, também típica de nosso Estado.
 

Ilustração de jovem convidando para ir ao "rock"

Melhor ainda é poder saboreá-la à beira-mar, com uma bela vista para o Convento da Penha. Do alto de seus 154 metros (e 454 anos de história), o imponente monumento incrustado na rocha de um morro tem vista magnífica da baía de Vitória, a capital. Reza a lenda que Frei Pedro Palácios chegou às terras capixabas trazendo o Painel de Nossa Senhora das Alegrias e, por três vezes consecutivas, o quadro desapareceu e foi encontrado no alto da Penha, num ponto situado entre duas palmeiras. Consideraram isso uma revelação de que era nesse local que o frei deveria construir o monumento. Hoje, o Convento da Penha, além de abrigar séculos e mais séculos de história, fé, devoção, esperança e coragem, é considerado o maior atrativo turístico e religioso do Estado.

Apesar de ser o quarto menor do país em extensão territorial, o Espírito Santo tem uma cultura rica – e até um dialeto próprio. Capixaba que se preze fala capixabês. Por exemplo: capixaba não vai para a balada, nem fala que vai sair à noite: ele vai pro rock, mesmo que seja axé, techno, reagge, pagode ou samba. Em qualquer lugar do Brasil, a bola estoura, mas para o capixaba ela "poca". Aliás, pocar é um verbo muito utilizado por aqui. Capixaba não vai embora, ele poca fora”.

E por aqui se faz mais um monte de coisas que podem parecer estranhas ao restante do país. Capixaba não se estressa, ele fica “injuriado”. Capixaba não sente agonia, sente “gastura”. Capixaba não para no semáforo, para no sinal; não come pão francês, mas sim pão de sal. Por aqui as coisas não estragam, elas dão tilt. E se você não achou graça de nada disso, significa que você achou tudo “palha”.

O nome desta terra abençoada foi dado pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho, ao desembarcar em 1535, num domingo de Pentecostes – festa cristã da descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. E, desde sempre, as tradições indígenas são muito fortes. Lendas dão conta de que as cidades de Serra e Cariacica, por exemplo, são ligadas pela força do amor que une os índios Guaraci e Jaciara.

Pertencentes a duas tribos rivais – Temiminós e Botocudos – a história de fazer inveja a Romeu e Julieta terminou na rigorosa divisa das terras ocupadas pelas duas tribos. Mas uma ave misteriosa teria ajudado o casal a se ver novamente: conduziu o jovem ao alto de uma colina e, em seguida, alçou voo para a tribo da princesinha, conduzindo-a até outra colina, próxima de sua tribo. O cacique, pai da indiazinha, no entanto, ficou sabendo que o casal continuava se encontrando e ordenou que o feiticeiro da tribo os transformasse em pedra quando se encontrassem novamente. Hoje, seriam os dois montes que separam a região: Mestre Álvaro, na Serra, e Moxuara, em Cariacica.

E para embalar essa ode romântica ao Espírito Santo, temos orgulho de informar que a poetisa Elisa Lucinda e o rei Roberto Carlos nasceram aqui. São tantas emoções...

  

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O Convento da Penha visto da baía de Vitória. Foto: Gabriel Lordêllo, arquivo PR/ES O nascer do sol na Praia de Camburi, em Vitória. Foto: Gabriel Lordêllo, arquivo PR/ES Convento da Penha: a fé que ilumina os capixabas. Foto: Gabriel Lordêllo, arquivo PR/ES

 

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Uai, rapidim, cedim... Nossinhora, que trem é esse? É Minas!

Um poeta disse certa vez que Minas são muitas. E ele estava certo.
 

O estado muda de sotaque, paisagem e costumes conforme suas várias regiões. No norte, a fala mistura o sotaque baiano com o mineiro; no sul e no Triângulo, os mineiros falam acentuando fortemente o “r” à moda do interior paulista; e na Zona da Mata, chiam o “s” como cariocas.

Ilustração da Igreja São Francisco de Assis, em Ouro Preto

Mas existe uma palavrinha que identifica todos os mineiros: “uai”. Mineiro fala uai o tempo todo, seja para expressar admiração, impaciência, surpresa ou até mesmo para enfatizar o que foi dito antes.

Outra característica da fala mineira é a de não pronunciar o “d” dos gerúndios. “Falando” vira “falano”, “pensando” vira “pensano”. É comum ainda reduzir os diminutivos das palavras. Assim: baratim, rapidim, cedim.

Mineiro também tem o hábito de pronunciar duas ou mais palavras como se fossem apenas uma: nossinhora, oiprocevê! E se você não entender o que o mineiro falou: ô dódocê.

Em Minas, tudo é trem. Coisa é trem, sentimento é trem, comida é trem, roupa é trem.

Minino, leia esse trem até o fim, para poder entender direitim como mineiro fala, sô!

E a comida mineira? É boa demais da conta! Feijão tropeiro, tutu de feijão, galinha ao molho pardo, leitão à pururuca, costelinha, canjiquinha, doce de leite, ambrosia, compota, broa de fubá, biscoitos de polvilho, ora pro nobis, couve picadinha... e, claro, o mais deliciosamente mineiro de todos os itens dessa culinária abençoada: o pão de queijo. Feito com queijo... de Minas.

Os portugueses exploraram por mais de 200 anos, mas não é que Minas ainda tem ouro, diamantes, rubelitas, turmalinas, topázios  e várias outras riquezas minerais? 25% da produção mundial de pedras preciosas saem do estado, principalmente da região nordeste, lá pras bandas de Teófilo Otoni. E também tem ferro, muito ferro. Uma das maiores províncias minerais do mundo, o Quadrilátero Ferrífero, está bem ali, no centro do estado. E acabaram de descobrir outra jazida enorme lá no norte do estado.   

Ah, é. Que pena! Minas não tem mar. Mas tem cachoeiras, rios e riachos, montanhas, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga. Sabia que o Rio São Francisco nasce em Minas Gerais, na Serra da Canastra?

E você também sabia que aqui é a terra dos dinossauros? Em Uberaba, foram encontrados fósseis do período cretáceo jamais vistos em outra parte do mundo: o Uberabatitan Ribeiroi é um titanossauro de 18 metros, herbívoro e quadrúpede, de cauda e pescoço longos.

É também de Minas Gerais o fóssil humano mais antigo encontrado nas Américas, com cerca de 11.400 a 16.400 anos: um crânio de uma mulher de cerca de 20 anos, batizada de Luzia, que foi encontrado numa região próxima a Belo Horizonte. Esses achados devem-se ao tipo de solo – cárstico – existente em boa parte do estado. Aliás, também fica em Minas o município brasileiro com o maior número de cavernas já conhecidas: Pains, no centro-sul do estado.

Mineiro adora um causo. A maioria das lendas é de assombração, como a do caboclo dágua, defensor do Rio São Francisco. Contam que o bicho é grande, de um olho só. Quando não gosta de um pescador, afugenta os peixes para longe das redes, mas se o pescador lhe dá presentes, a pesca é uma fartura só. Para afastar o caboclo dágua, os navegantes costumam esculpir carrancas, figuras humanas com características animais, na proa de seus barcos.

De todos os estados brasileiros, Minas é o que tem o maior número de municípios: 853. E tem também lindas cidades históricas, algumas delas patrimônio cultural da humanidade: Ouro Preto, Tiradentes, Diamantina, Congonhas.

Minas tem ainda muitas festas populares ao longo do ano, a maioria ligada às tradições religiosas, como o Congado e a Folia de Reis.

Minas também é música, seresta, serenata. Uma das canções mineiras mais famosas é o coreto “Peixe Vivo”. No passado, essa música era cantada em encontros familiares; hoje, embala brincadeiras de roda Brasil afora:

“Como pode o peixe vivo
viver fora da água fria?
Como poderei viver,
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua, sem a tua companhia?”

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Rio de Janeiro de braços abertos

 

A cidade do Rio de Janeiro começou como capital da colônia até 1808, quando se tornou o centro do Império português. Em 1960, quando Brasília se transformou na capital política do Brasil, o Rio passou a ser conhecido por todos como bela cap (bela capital).

 

Ilustração do Pão de Açúcar

Famosa pelo calor de seu verão, pelas belas praias e pela hospitalidade de seus moradores, a cidade possui importantes palácios, igrejas, museus, fortalezas, estádios e as maiores florestas urbanas do mundo (Floresta da Tijuca e Parque Laje). A Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia, possui o maior acervo da América Latina. Andar pela cidade é respirar a história do país.

 

A sede do governo da colônia era o Paço Imperial, onde D. João VI morou até seu filho e seu neto exigirem a mudança para a espaçosa Quinta da Boa Vista, na Tijuca, que hoje é um museu, cujo parque recebe milhares de famílias semanalmente.

 

Aqui no Rio também chegaram os escravos da África, o ouro das ricas "minas gerais". Foi a cidade em que Tiradentes foi enforcado e por que passaram personagens da nossa história como dona Maria I, dita "a louca", mãe de D. João VI (depois rei). O Rio também conquistou a principal história da República, naturalmente proclamada ali mesmo. A Praça XV, centro da cidade, é o coração do Rio antigo, que pertence a essa história recente de monarquia. Na praça 15 também fica o antigo Convento do Carmo e o magnífico Chafariz do Mestre Valentim, obra de 1789.

 

Os engenheiros militares também deixaram sua marca não só nos vários fortes ao longo da baía da Guanabara. A mais antiga das fortalezas portuguesas do Rio tem a mesma idade da cidade, que completa 450 anos em 2015. A Fortaleza de São João, situada no morro Cara de Cão, fica no local da fundação, em 1565, da Vila de São Sebastião do Rio de Janeiro.

 

Cultura formada por mil faces e corações

 

O Rio de Janeiro é uma das cidades mais acolhedoras quando o assunto é cultura. Pode-se ver uma ópera no Theatro Municipal, depois andar uns poucos metros e cair no samba na Lapa, o bairro mais boêmio do país. A Feira Luiz Gonzaga é uma verdadeira embaixada da cultura nordestina em meio ao bairro de São Cristóvão.

 

Não podemos falar do Rio e não citar o Carnaval. Uma festa que nasceu na Roma antiga, andou por inúmeros países, mas escolheu o Rio de Janeiro como casa. Alguns historiadores dizem que começou no século XIX, com um português chamado Zé Pereira tocando bumbo pelas ruas. Ninguém sabe se isso é verdade, mas o fato é que hoje é um dos espetáculos mais concorridos do mundo, mobilizando 13 bilhões de reais por ano e gerando 300 mil empregos.

 

Outros símbolos importantes da cidade são: o Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, o monumento do Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a praia de Copacabana, uma das mais famosas e apelidada pela população de "Princesinha do Mar". É nela que acontece também uma das maiores festas de Ano-Novo do mundo.

 

Gastronomia

Quando se fala em culinária, o prato típico carioca é uma junção de diferentes comidas e temperos, bastante influenciado pela colonização portuguesa e pela tradição gastronômica nordestina. A quem diga que o prato tradicional carioca é o bom arroz com feijão, bife acebolado e batata frita. Outro prato indispensável no cardápio dos cariocas, principalmente nos fins de semana, é a feijoada.

Música

 

Tradicionalmente, o estilo musical mais associado ao Rio de Janeiro é o samba. Popular no país inteiro e uma das marcas da identidade nacional, o samba foi reconhecido patrimônio cultural do Brasil em 2007. Com letras que relatam a vida nas comunidades, outro gênero tipicamente carioca é o funk, marcado por uma batida mais rápida. O estilo ganhou força em 2000 e se popularizou através dos bailes.

 

Personalidades

 

Aqui no Rio, nasceram importantes personalidades as quais são motivo de orgulho para os cariocas e para os brasileiros. Na música, nomes como Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Cartola, Jamelão, Pixinguinha, Cazuza, Zeca Pagodinho, Gonzaguinha, Noel Rosa, Tim Maia, Moreira da Silva, entre outros. Na literatura não podemos deixar de citar Machado de Assis, Ana Maria Machado, Paulo Coelho, Cecília Meireles e Lima Barreto. No futebol, Zico e Garrincha. Também nasceram na cidade o apresentador Sílvio Santos, o empresário Roberto Marinho e um dos mais influentes arquitetos brasileiros, Oscar Niemeyer.

 

Beleza rara entre o mar e a serra

 

Mesmo quem nunca foi ao Rio de Janeiro já conhece um pouco da “cidade maravilhosa” pela TV, internet, fotos e lembranças de quem vive ou esteve na antiga capital do Brasil. Mas muita gente não sabe que vale a pena visitar outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, onde quem nasce é chamado de fluminense – mesmo que torça para Flamengo, Vasco, Botafogo ou outro time.

Se você gosta de praia, a Costa Verde, ao sul da capital, e a Região dos Lagos, ao norte são perfeitos. A Costa Verde nos convida a trilhas ecológicas, caminhadas no centro histórico de Paraty e inúmeros passeios de barco perto da Ilha Grande e das ilhas de Angra dos Reis. A Região dos Lagos inclui 13 cidades como Armação dos Búzios, com seus dois belos mirantes, Arraial do Cabo, com sua rica vida marinha, e Cabo Frio, com suas dunas e uma fortaleza de mais de 300 anos. A Costa Verde e a Região dos Lagos têm praias para todos os gostos: desde as de mar aberto, boas para surfar, até águas calmas, uma delícia para se mergulhar. Os pescadores também trazem ótimos peixes e frutos do mar para você saborear.

O Rio de Janeiro também garante diversão além do mar, como na Região Serrana. Já imaginou andar de charrete? E conhecer palácios? A apenas 70km da capital, a aula de história é ao ar livre em Petrópolis. No centro, há o Museu Imperial, que era a casa de férias do rei D. João VI. Ainda se pode visitar os doces lares da Princesa Isabel e do Barão de Mauá. Na Praça da Liberdade, com cabritinhos e muita pipoca doce, fica o Palácio de Cristal, salão dos luxuosos bailes do Império, e a curiosa casa de Santos Dumont, inventor do avião – uma curiosidade é a escada que só se pode subir com o pé direito. Outras duas cidades da Região Serrana valem o passeio: Teresópolis, com o famoso “Dedo de Deus” (de 1.692 metros) e as cachoeiras e trilhas do Parque da Serra dos Órgãos, e Nova Friburgo, onde o maior teleférico de cadeiras do Brasil permite ver a linda cidade do alto.

  

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Pão de Açucar e Baía de Guanabara. Foto: Marcelo Del Negri Centro histórico de Paraty. Foto: Marcelo Del Negri Praia de Ipanema. Foto: Marcelo Del Negri

 

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São Paulo de toda a gente

Quem nunca quis brincar com a espevitada Emília, aprender com o sábio Visconde de Sabugosa, experimentar os quitutes de Tia Anastácia ou ouvir as incríveis histórias de Dona Benta? Todos esses personagens, que povoam a infância de várias gerações, foram criados por Monteiro Lobato, um escritor que viveu em Taubaté, no interior do Estado de São Paulo, e que também é autor de outro personagem bastante conhecido por aqui, o Jeca Tatu.

 

Ilustração de uma pizza

Mas, além dessa tradição regionalista, que mantém viva a cultura “caipira”, São Paulo também é cosmopolita.

A música revela, com orgulho, o espírito dos paulistas: “São Paulo que amanhece trabalhando, São Paulo que não sabe o que é parar...”. O Estado é hoje o mais rico e populoso do país. E abriga uma diversidade cultural incrível. Gente do mundo inteiro se encontra e se encanta nas ruas da capital, que ostenta o título de “cidade que nunca dorme”.

Aqui, a população é muito diversificada e formada por descendentes de imigrantes de vários países, principalmente Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Japão, China e outros tantos. Os italianos, por exemplo, vieram para trabalhar nas lavouras de café, depois se tornaram operários nas primeiras indústrias paulistas. E nos deram de presente sua rica culinária. Dá pra imaginar um paulistano sem pizza? Os números falam por si. Somente na capital são consumidas um milhão de pizzas quentinhas por dia, 720 a cada minuto. 

O Estado também abriga a maior colônia nipônica existente fora do Japão.

E o que dizer dos nordestinos? Eles começaram a se mudar para cá a partir da década de 1950, fugindo da seca e em busca de empregos. E ajudaram a construir boa parte da riqueza existente em São Paulo.

No Estado também há lindas praias. Mas a verdadeira “praia de paulistano” é realmente o Shopping Center. Só na capital existem mais de 80 shoppings, que vivem lotados.

Aliás, por aqui todos os números são gigantes. A capital do Estado abriga mais de 10 milhões de moradores, que tem à sua disposição mais de 80 bibliotecas, 90 museus e 160 teatros. Nos céus da capital circulam cerca de 500 helicópteros, a segunda maior frota do mundo.

O nome do Estado é uma homenagem ao primeiro colégio, formado por jesuítas, que se chamava São Paulo de Piratininga. O “Pátio do Colégio”, marco da fundação da cidade de São Paulo, em 1554, é hoje um prédio histórico bem no centro da capital paulista e um local muito visitado por turistas.

Pra lembrar um pouquinho da história, foi de São Paulo que partiram os primeiros “bandeirantes” em expedições que tinham como objetivo explorar o interior do Brasil em busca de metais preciosos, principalmente ouro e diamantes. Essa exploração ampliou as fronteiras do Brasil e o transformou nesse gigante que ele é hoje.

  

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Teatro Municipal, no centro de São Paulo. Foto: Daniel Araújo Vista noturna da cidade de São Paulo a partir do Edifício Itália. Foto: Daniel Araújo Estação da Luz. Foto: Lucas Nascimento

 

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