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Turminha apoia campanha de combate ao trabalho escravo

banner da campanha trabalho escravoProfessor Ari: Olá, Turma! Hoje quero falar sobre uma data muito importante: o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.

Rafinha: Essa eu sei: é dia 28 de janeiro, não é?

Professor Ari: Isso mesmo, Rafinha. Aproveitando esse dia, a 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, com a participação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, promoveu um ato público contra a escravidão contemporânea. Foi uma oportunidade para  mostrar os esforços que estão sendo feitos para garantir maior eficiência na punição do trabalho escravo.

rosto da Malu de frenteMalu: E o que o MPF está fazendo na prática, professor?

Professor Ari: Só para ter uma ideia, Malu, de 2010 para cá houve um aumento de mais de 800% nos  procedimentos extrajudiciais instaurados e um crescimento quase dobrado do número de ações penais autuadas.

Malu: Nossa, que bom! Todo mundo tinha que saber esses dados.

Professor Ari: Concordo, Malu. E para conscientizar a sociedade sobre a ocorrência da escravidão contemporânea e mostrar como o trabalho escravo acontece nos dias de hoje, foi lançada uma campanha publicitária institucional sobre o enfrentamento desse crime.

Sol: Legal! Vai aparecer na televisão?rosot do professor Ari de frente

Professor Ari:
Sim. Além de conferir o vídeo na televisão, vocês podem acompanhar a campanha no rádio, em cartazes, em peças para divulgação em mídias sociais, além do hotsite que traz muitas informações sobre o tema.  O material publicitário foi idealizado em linguagem simples e acessível para que o cidadão que se encontra em condições análogas à de escravo identifique a prática do crime pelo empregador e denuncie.

Rafinha: Gostei. Assim, o trabalhador vai ficar atento para não virar escravo, né?Rafinha de perfil

Professor Ari: Isso mesmo. Ainda hoje, em vários lugares do Brasil, existe gente que trabalha sem carteira assinada, com jornadas exaustivas de trabalho, em condições que oferecem risco à saúde e à vida, às vezes até sem poder sair do local onde trabalham.

Malu: Então, com a campanha, vai ficar mais fácil punir os responsáveis e resgatar a dignidade desses trabalhadores! É isso que meus pais sempre falam... rosto da Sol.gif

Sol: Falou bonito, Malu. Só não entendi uma coisa: por que escolheram o dia 28 de janeiro para ser o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo?

Professor Ari: A data foi escolhida para homenagear quatro servidores do Ministério do Trabalho e Emprego que foram assassinados em 28 de janeiro de 2004 na região de Unaí, em Minas Gerais, durante uma fiscalização de rotina em fazendas.

Malu: Assassinados?! Mas eles não estavam só trabalhando?

Professor Ari: Sim, Malu. Eles estavam vistoriando as condições de trabalho e moradia de colhedores de feijão. Queriam conferir se existia a prática de escravidão contemporânea.

Sol: Nossa, que absurdo! Depois dessa, eu  também quero participar da campanha. Que tal a gente conhecer esse hotsite para aprender mais sobre o assunto?!

Professor Ari: Boa ideia, Sol. Vamos todos ficar atentos e ajudar o MPF a acabar com esse crime!

 

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