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Turminha conversa: bullying

Professor Ari: Olá, turma. Não sei se vocês sabem, mas dia 20 de outubro é o Dia Mundial do Combate ao Bullying. Uma vez, o Rod contou um caso de um rapaz vítima de bullying na escola e também pela internet, mas sempre é bom relembrar esse assunto, não acham?

Rafinha: Sim!! Já ouvimos  falar muito sobre bullying, mas continuo achando essa palavra meio estranha.. rsrs

Professor Ari: Então, vamos lá. A palavra bullying é de origem inglesa, por isso parece tão estranha para nós. Ela ainda não tem tradução no Brasil. É utilizada para falar de comportamentos humilhantes ou agressivos praticados no ambiente escolar.

Malu: Professor, já vi algumas pessoas dizendo que isso é coisa de menino, mas já vi meninas implicando com as outras por coisas bobas.

Professor Ari: Malu, esses atos de violência podem ser físicos ou verbais e, normalmente, acontecem de forma intencional e repetitiva. Tanto meninos quanto meninas praticam bullying e também tanto meninos quanto meninas são vítimas.

Rod: Poxa, não entendo por que as pessoas fazem essas coisas, se todos nós podemos ser amigos...

Professor Ari: Pois é, Rod, é uma pena que todos não pensem assim. Quem pratica essas ações tem a intenção de expor e humilhar o outro para intimidá-lo.

Sol: Eu queria saber mais sobre as formas que existem de bullying...

Professor Ari: É importante aprender a identificar o bullying para prevenir e combater. Vejam alguns exemplos:
Agressões físicas: tapas, empurrões, beliscões, e ainda a exclusão do convívio com os demais alunos.
Agressões verbais: colocar apelidos pejorativos, falar mal ou ofender.
Cyberbullying: quando o comportamento agressivo é feito pelo celular ou internet.

Sol: Agora vou ficar mais esperta porque acho que dá para perceber quando alguém está sofrendo bullying.

Professor Ari: Sim. Existe um comportamento típico das vítimas. Na escola, as crianças se tornam caladas, preferem ficar isoladas de todos. Estão sempre aflitas e passam a se queixar de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, vômitos, perda de apetite e insônia, sempre próximo ao horário das aulas, para que possam ficar em casa e não ir à escola.

Sol: Ahhh, eu contava tudo para minha mãe e meu pai!

Professor Ari: Muito bem, Sol, é isso mesmo que deve ser feito. Só que às vezes as vitimas são ameaçadas e ficam com medo de serem ainda mais perseguidas. Acreditam que se não contarem, os agressores vão desistir, ou que ao contar, mostrarão o quanto são frágeis. Por isso, é muito importante não ter medo e contar a um adulto, seja ele pai, mãe, professor ou diretor da escola. E se você perceber que alguém está sofrendo bullying, conte a um adulto, para que ele possa tomar as atitudes necessárias.

Malu: Gente, vamos combinar uma coisa? Sempre respeitar o outro, independente de seu tipo físico, raça, crença, jeito de se vestir ou gostos pessoais.

Professor Ari: Com certeza! As diferenças são o que nos tornam únicos. Já pensou se todo mundo fosse igual?! Muito sem graça, né? Então, crianças, é preciso tomar muito cuidado com as brincadeiras para não ofender ninguém. Se a brincadeira estiver magoando alguém ela não é legal e deve ser abandonada. Vamos combater o bullying!

 Fonte: Cartilha – Bullying

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