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Veja as conclusões do Relatório Global da OIT

• O trabalho infantil está diminuindo, mas modestamente: registrou-se uma redução de três por cento no período abarcado pelas novas estimativas (2004-2008). No relatório anterior (referente ao período 2000-2004) foi registrada uma diminuição de 10 por cento.

• O número de crianças trabalhadoras em nível mundial é de 215 milhões, somente sete milhões a menos do que em 2004.

• Entre as crianças que têm de 5 a 14 anos o trabalho infantil diminuiu em cerca de 10 por cento e o número delas em trabalho perigoso caiu em cerca de 31 por cento.

• Embora o número de crianças em trabalho perigoso, uma variável que às vezes se utiliza para referir-se às piores formas de trabalho infantil, esteja diminuindo, a taxa geral de redução desacelerou. Ainda existem 115 milhões de crianças em trabalho perigoso.

• Foi registrada uma diminuição de 15 por cento no número de meninas em trabalho infantil e de 24 por cento no número de meninas em trabalho perigoso, o que é muito positivo. No entanto, em relação aos meninos houve um aumento (7 por cento), tanto em termos da taxa de incidência como em números absolutos. O número de crianças em trabalho perigoso permanece relativamente estável.

• Houve um aumento alarmante do trabalho infantil de 52 milhões para 62 milhões no grupo de meninos e meninas entre 15 e 17 anos.

• No que se refere às crianças entre 5 e 14 anos economicamente ativas, as regiões da Ásia e Pacífico, e América Latina e Caribe tiveram uma diminuição. No entanto, para o mesmo grupo de idade, o número de econômicamente ativas está em aumento na África Subsaariana. A situação é especialmente preocupante nesta região, onde uma de cada quatro crianças entre 5 e 17 anos trabalha, comparado com uma de cada oito na Ásia e Pacífico, e uma de cada dez na América Latina e Caribe.

• A maioria das crianças trabalhadoras continua trabalhando na agricultura (60 por cento). Somente uma de cada cinco crianças recebe um salário. Uma espantosa maioria trabalha para sua família sem remuneração.

• Houve um importante progresso na ratificação das normas da OIT relativas ao trabalho infantil, a saber, as Convenções 182 (sobre as piores formas de trabalho infantil) e 138 (sobre a idade mínima). No entanto, um terço das crianças do mundo vive em países que não ratificaram estas convenções.  

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